30 de set. de 2006
26 de set. de 2006
Amor na balança
Seu amor é
um peso e uma medida.
Aonde coloca punhado,
quer ver do mesmo ao lado.
Balança equidistante...
No parque da sua saia,
brincadeira a dois
é na gangorra.
Se ela lhe deposita beijo,
a enfeite de palavras.
Se coloca sorrisos,
lhe agrada segredos.
Mas se a deixa no alto por mais tempo que o tempo que suporta esperar,
pula sem dó do mais alto
e te deixa quebrado, calado em seu sorriso anulado.
Se joga em outro jogo,
se lança em outro sonho,
se dôa a outro dono,
parceiro de mãos dadas, palavras seladas, drogas aladas,
aventuras trocadas.
Admiração inegada, igualada.
Ela não suporta estar apenas por estar, pra suprir o vazio vago de uma cama que nunca se banha em lágrima.
Seu amor é
um peso e uma medida.
Aonde coloca punhado,
quer ver do mesmo ao lado.
Balança equidistante...
No parque da sua saia,
brincadeira a dois
é na gangorra.
Se ela lhe deposita beijo,
a enfeite de palavras.
Se coloca sorrisos,
lhe agrada segredos.
Mas se a deixa no alto por mais tempo que o tempo que suporta esperar,
pula sem dó do mais alto
e te deixa quebrado, calado em seu sorriso anulado.
Se joga em outro jogo,
se lança em outro sonho,
se dôa a outro dono,
parceiro de mãos dadas, palavras seladas, drogas aladas,
aventuras trocadas.
Admiração inegada, igualada.
Ela não suporta estar apenas por estar, pra suprir o vazio vago de uma cama que nunca se banha em lágrima.
22 de set. de 2006
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